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Central IT participa de evento para gestores de TI

A equipe de Gerentes de Contas do Departamento Comercial da Central IT está celebrando os leads alcançados no HDI ExpoGov Brasília 2014. Esta foi a segunda vez que a empresa participou do evento. O HDI ExpoGov contou com palestras, apresentações de Casos de Sucesso e exposição de painéis a respeito da prestação de serviços e da aplicação de soluções de Tecnologia da Informação no Poder Público, direcionados para os principais gestores de TI de todo o país. A Central IT teve toda uma estrutura montada no Centro de Convenções Brasil 21, planejada para demonstrar o modelo de atuação adotado para a prestação de serviços com vistas à obtenção de resultados positivos e manutenção dos altos níveis de atendimento ao usuário. Segundo o Diretor Executivo Carlos Freitas, esta é uma carência dos órgãos públicos, pois a criação de uma força de trabalho exclusiva para o suporte ao usuário, com ponto único de contato, torna-se inviável para uma estrutura tão complexa como a de governo. “A nossa empresa se dedica a cuidar da TI do cliente da melhor maneira possível. Os nossos profissionais possuem expertise, e investimos muito em sua capacitação, para que mantenham todos os processos de acordo com as melhores práticas de melhoria contínua”, afirma.

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Centralizando 2014 fez história

Uma experiência fora do comum. O Centralizando Talentos 2014 elevou a simples experiência da participação em um ciclo de palestras ao mais alto nível. A começar pelas gigantescas estruturas de audiovisual e serviços montadas em três estados para receber mais de 800 colaboradores, passando por relatos emocionados sobre a criação da Central IT, o dia foi cheio de surpresas que empolgaram a todos. O passo inicial foi dado no Rio de Janeiro pelo Diretor Executivo Carlos Freitas que comoveu a todos com um discurso de boas-vindas emocionado, em que falou sobre os dez anos da Central IT, também comemorados no evento. Em seguida, o Diretor de Soluções Emauri Gaspar e o Superintendente de Contrato Robson Floriano falaram sobre a visão de futuro da empresa e sobre as diversas possibilidades de ascensão no mercado de prestação de serviços e soluções em Tecnologia da Informação.

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Central IT inaugura nova unidade

A Central IT está expandindo os seus negócios cada dia mais, com abrangência a todos os estados brasileiros e inserção de novas tecnologias em seu modelo de trabalho.

Com a assinatura de diversos contratos nos últimos meses, a empresa viu que era hora de crescer também em termos de estrutura, então surgiu o projeto de reestruturação do Service Desk, que é o ponto de contato entre os usuários localizados nos ambientes dos clientes e os atendentes de suporte da Central IT. A ideia era construir um local funcional, que permitisse um atendimento ágil e capaz de solucionar qualquer tipo de incidente e atender as solicitações dos clientes, mas o que foi apresentado na noite da última quinta-feira (21) superou todas as expectativas, tanto da equipe da própria Central IT quanto dos clientes convidados.

São 125 pontos de atendimento montados exatamente de acordo com as exigências da Norma Regulamentadora 17 do Ministério do Trabalho e Emprego, que trata da ergonomia nas estações de trabalho e do ambiente comum dos colaboradores de uma empresa. Além das baias confortáveis e com proteção acústica, os computadores do Service Desk contam com tecnologia especial para o atendimento remoto ao usuário, gestão dos chamados recebidos e realizados O espaço possui também monitores para o acompanhamento dos atendimentos em tempo real, servidores de alta capacidade, além de uma estação própria para suporte e manutenção de todo este ambiente.

Mais de cem pessoas compareceram à inauguração e visitaram as instalações da nova unidade da Central IT, com localização privilegiada, no centro da Capital Federal e uma recepção organizada para proporcionar uma noite agradável aos presentes.

Nossas equipes Comercial e de Gestores realizaram um ótimo trabalho de relacionamento ciceroneando os nossos clientes e parceiros. Os convidados foram positivamente surpreendidos com o que viram e elogiaram vastamente a Central IT por criar um local com multi funções e infinitas possibilidades de novos serviços para atender as demandas apresentadas pelos órgãos já atendidos pela empresa e futuros clientes.

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Central IT convocou clientes a declararem sua independência da TI

Empresa apresentou o Qlik View e convocou clientes a declararem sua independência da TI

Imagine um dia em que a base de dados de uma empresa deixar de depender do departamento de TI. Agora, pense em uma solução capaz de compilar informações contidas em diversos sistemas, tipos de arquivos e softwares em um só lugar, com mecanismos de busca, organização e recuperação dos dados gerados por todos os departamentos de uma organização.

É muita coisa, não é? Mas essa solução existe e se chama Qlik View. Uma ferramenta de Business Intelligence feita para que pessoas em posição estratégica possam se basear em informações disponibilizadas em tempo real e as utilizem na tomada de decisão.

A Central IT promoveu, em conjunto com a Toccato, representante oficial do Qlik View, uma demonstração da ferramenta para vários clientes e prospects, em um animado almoço no restaurante Road House Grill. Com o tema "Independence Day", o evento recepcionou de forma calorosa a todos os convidados, que logo na entrada foram surpreendidos por uma performance de perna de pau e uma equipe de hostess, trajadas no melhor estilo americano.

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Citsmart Mobile: Gestão além de quatro paredes

Versão móvel de plataforma ITSM dá liberdade a gestores de TI. O sistema foi elaborado pela equipe de desenvolvedores Citsmart, em Goiânia. Os quarenta profissionais desenharam funcionalidades que possibilitam que os usuários aprovem compras, acompanhem chamados provindos de diversos pontos e, em breve, a aprovem viagens. A instalação do aplicativo é rápida e simples. Basta acessar a plataforma de downloads compatível com o aparelho em que a instalação deverá ser feita e realizar a busca pelo aplicativo Citsmart e, na URL do sistema, preencher os campos de usuário e senha de rede, assim como no acesso pelo computador. Com este novo app, os gestores poderão visualizar incidentes, requisições de serviços, assim como abertura, verificação de status e encerramento de chamados. “O mundo está convergindo para o mundo mobile, com acessibilidade e facilidade para executar trabalhos em qualquer local e qualquer hora e, nesta tendência, o Citsmart não podia ficar de fora. Estamos iniciando uma nova experiência para usuários e técnicos, por isso, posso dizer que trataremos de alguns processos essenciais na Governança de TI”, afirma o Diretor de Soluções Citsmart, Emauri Gaspar.

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Central IT e Citsmart levam Robozão ao HDI Brasil 2014

Uma incursão no mínimo curiosa. Imagine participar de uma feira serviços de Tecnologia da Informação e se deparar com um robô de mais de dois metros de altura! A Central IT levou o Robozão, sensação dos eventos e programas de televisão de 2014, para fazer uma performance no HDI Conferência & Expo 2014, que ocorre na Fecomercio, em São Paulo, entre os dias 21 e 23 de maio. O evento é especializado em Gestão de Serviços de TI, suporte a clientes internos e externos, Service Desk, Field Support e Central de Serviços Compartilhados e conta todos os anos com milhares de participantes, entre CIO’s, Gerentes, técnicos e analistas.

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Central IT atua no monitoramento de supercomputador de Tempo e Clima do Inpe

A revista Você/SA, da editora Abril, trouxe em sua edição número 190 uma matéria informativa sobre o supercomputador Tupã, mantido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). No texto, a publicação trata da atual preocupação com as mudanças climáticas e a grande incidência de testes e simulações que têm sido feitos ao longo dos últimos anos para saber o impacto dessas variações no planeta e que ficam a cargo dessas máquinas, por serem de alto custo ou mesmo por seu grande volume e grau de complexidade das informações. O Tupã é responsável por realizar cálculos baseados nos dados gerados pela interação entre fatores, como florestas, gelo, oceanos, incidência da radiação solar e variações na atmosfera.

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Governança Corporativa e seu impacto na Governança de TI

Governança Corporativa é muito mais do que apenas um conceito. Trata-se do planejamento, execução e coleta de resultados gerados por um modelo de gestão de todos os serviços existentes em uma organização. A Governança é alcançada a partir de uma série de práticas consideradas imprescindíveis para dirigir, monitorar, incentivar e definir práticas e cultivar o relacionamento entre todos os componentes de uma determinada empresa ou instituição. Para chegar às recomendações que a compõem, é necessário traçar um paralelo entre os objetivos, interesses e finalidade das ações de uma organização e um fluxo de processos que devem ser obrigatoriamente cumpridos para que o seu desempenho seja elevado.

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Citsmart: ferramenta de ITSM certificada PinkVerify e o conceito de código livre

Por se tratar de uma empresa comprometida com a qualidade e o aumento do desempenho da gestão de serviços, a Central IT decidiu investir alto na automação e normatização do cumprimento de processos, através da criação do Citsmart, uma plataforma completa, com perfil flexível e fácil ambientação em diversos sistemas operacionais. Por se tratar de uma ferramenta inovadora, que eleva a gestão de rotinas à Governança e cria mecanismos de interação e unidade entre elas, o Citsmart foi certificado pela certificadora internacional Pink Elephant, com o selo Pink Verify em nove processos ITIL, e se tornou o único software aberto de gestão de serviços de TI no mundo a possuir este reconhecimento. Em 2014, a Central IT decidiu compartilhar esta plataforma. A partir de agora, ela passará a ter seu código, comunidade e demais recursos hospedados no Portal do Software Público Brasileiro, com acesso irrestrito dentro e fora do território nacional. Esta iniciativa foi idealizada após a percepção da necessidade que a sociedade como um todo tem em gozar de serviços de qualidade, uma vez que atualmente todas as rotinas de negócios públicos e privados dependem da Tecnologia da Informação para existir, obter ganho de valor e de produtividade.

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A Central IT promove o maior evento sobre o fortalecimento da Governança de TI em Instituições Públicas utilizando ferramentas de ITSM

Difundir o conceito visionário de colaboração com a gestão da Administração Pública faz parte da filosofia da Central IT. Por isso, hoje estamos orgulhosos em anunciar a inserção do Citsmart, nossa plataforma de gestão de serviços, no Portal do Software Público Brasileiro (SPB).

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O ano de 2014 começou com louros para a Central IT

Em sua primeira incursão internacional, a empresa mostrou a que veio A certificadora internacional Pink Elephant convidou a Central IT para participar da décima oitava edição do renomado PINK14, um evento que reúne os softwares mais qualificados, detentores de seus selos de cumprimento dos requisitos da biblioteca de gestão de processos ITIL. Na ocasião, a Central IT participou como expositora e levou o Citsmart, sua plataforma de gestão de processos (ITSM), com nove certificações PINKVerify, para ser apresentada ao mercado internacional. Nossa equipe de diretores, superintendentes e consultores participou ativamente do evento, que ocorreu no hotel Bellagio, em Las Vegas (EUA), entre os dias 16 e 19 de fevereiro. Segundo o Diretor Executivo da Central IT, Carlos Freitas, o convite serviu de aprendizado e a participação da empresa atingiu seu objetivo. “Las Vegas foi a nossa primeira incursão no exterior. Nós cumprimos o nosso objetivo, que era conhecer melhor o mercado internacional de softwares livres. A partir de agora, vamos trabalhar fortemente no conceito de Governança Corporativa e continuar a aplicar nossa filosofia de gestão aliada à metodologia, através do Citsmart”.

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A empresa levará o sua plataforma de gestão para Las Vegas

O CITSmart, produto desenvolvido pela Central IT para a gestão de serviços, foi uma das ferramentas certificadas pela Pink Elephant convidadas para participar da edição deste ano da conferência internacional Pink14. O evento é conhecido como a “Maior Conferência de Gestão de Serviços de TI do mundo” e ocorre todos os anos, com a realização de workshops, palestras e exposições. O Pink14 conta com a presença de expositores convidados pela certificadora de Tecnologia da Informação, que seleciona empresas que possuam softwares validados por ela. Para a Central IT, sua participação é de extrema importância, já que a empresa possui o único software de código aberto gratuito, com nove processos certificados pelo selo PinkVerify. Este reconhecimento é importantíssimo, já que insere o CITSmart no hall das ferramentas que cumprem com excelência os processos descritos na biblioteca Information Technology Infrastructure Library, que norteia a metodologia da prestação de serviços de TI, e vai mostrá-lo ao mundo entre os dias 16 e 19 de fevereiro, em Las Vegas, nos Estados Unidos. A expectativa da Central IT é mostrar como uma ferramenta de gestão de processos de TI internacionalmente reconhecida pode ser gratuita e, ainda assim, extremamente eficiente no cumprimento dos procedimentos propostos por ela.

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Central IT soma 1.968 horas de treinamentos

O Programa de Treinamentos teve um índice de capacitações altíssimo, bem como a participação de nosso público interno. Os treinamentos, definidos através de análise das necessidades e da intenção de crescimento da empresa, foram oferecidos pela Central IT tanto para participação opcional quanto obrigatória, esta última adequada às requisições de cada contrato ou observância do cumprimento de requisitos inerentes aos serviços oferecidos por nós. Ao todo, foram oferecidos 97 treinamentos, divididos entre Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiânia e Recife. As capacitações foram ministradas por instrutores internos, que são escolhidos entre os colaboradores da Central IT, e profissionais externos reconhecidos pelo mercado. A intenção deste programa é manter nossos colaboradores sempre atualizados e afinados ao modelo de negócios da Central IT, o que permite sua elevação profissional e de conhecimento.

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Governança as-a-service na era da Tecnologia para Inovação

Quando o número de implantações de máquinas virtuais superou o número de servidores físicos em meados de 2009, as organizações inauguraram um novo paradigma: o fenômeno da computação em nuvem. Naquele momento, parecia uma solução para a limitação de investimento, construção e manutenção dos grandes CPDs que estavam lotados de servidores X86. No entanto, como podemos ver hoje, foi muito mais do que isso. Com a disponibilidade da infraestrutura de rede ampla e veloz, somada ao poder computacional e virtualizado, as possibilidades da computação em nuvem são imensas e um dos principais pilares da consumerização de TI. Nesse cenário, o poder da escolha do cliente fica maior a cada dia e transcende ao profissional de TI. Diversos estudos de mercado apontam que mais da metade desses negócios são decididos por outros executivos que não os gestores de TI, em áreas como negócio e funções financeiras. E o nível de satisfação tem sido muito alto com os resultados e a flexibilidade obtida. O poder dado ao cliente, também, quanto às possibilidades de negociação com pagamento sob uso, autoatendimento, rapidez, elasticidade e disponibilidade em qualquer lugar ou hora, fazem com que a indústria de TI se reinvente com formas criativas de comercialização e uso para soluções instaladas (on-premise ou off-premise) ampliando a autonomia dos usuários na ativação de serviços. A tendência é haver cada dia mais opções, pois não são muitos os desenvolvedores que possuem aplicações prontas para rodar em nuvem privada. Há muito ainda por vir. Frente a essas mudanças, a TI deixa de ser coadjuvante e passa ao papel de protagonista em muitos tipos de negócios e indústria. TI não mais como Tecnologia da Informação, mas sim Tecnologia para Inovação. Governança as-a-service é uma forma de prestação de serviço, com modelo proporcional à criticidade de TI para cada companhia e para os negócios. A criticidade que precisa ser focada é a do negócio, conforme a indústria, independente do tamanho da empresa ou de sua área de TI. Para tal, é necessário uma camada de serviços e processos que seja capaz de gerenciar permanentemente os potenciais impactos de negócio, com pessoas habilitadas para entender os cenários, interpretar as informações dos instrumentos, assegurar que as correlações e automações estejam atendendo as diretrizes e atuar de forma integrada com diferentes fornecedores de tecnologia (em nuvem ou instaladas). Nessa camada de gerenciamento crítico do negócio, pessoas, processos e ferramentas se reúnem com foco no potencial impacto que as capacidades de TI trazem para a empresa. Essa é a camada capaz de suportar o novo ciclo de inovação de TI como viabilizador da transformação e sustentação de negócios. Por André Magno

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CNJ normatiza aquisição de serviços de TI

O plenário do Conselho Nacional de Justiça aprovou uma resolução que normatiza a compra e a contratação de serviços de Tecnologia da Informação, por parte de órgãos submetidos ao seu controle administrativo e financeiro. A Resolução número 182 foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico e vai atender a uma determinação do Tribunal de Contas da União, que recomendou que o CNJ estabelecesse diretrizes para todas as contratações e aquisições de TI. O intuito da elaboração deste documento foi padronizar todos os procedimentos de execução e gestão, para facilitar o planejamento do fornecimento de bens e da prestação de serviços. O texto foi coordenado pelo Comitê Nacional de Gestão de Tecnologia da Informação e elaborado pelo Departamento de Tecnologia da Informação, ambos os departamentos subordinados ao CNJ. O Poder Executivo já obedece diretrizes semelhantes, por meio da Instrução Normativa n. 4/2010 do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Participação - Antes de ser submetida ao Plenário do CNJ, a proposta de Resolução passou por consulta pública, no início de maio, período no qual os tribunais puderam enviar sugestões e críticas para aprimorar a minuta. Depois de analisadas as contribuições, o novo texto foi apreciado pela Comissão de TIC do CNJ e aprovado pelo Plenário do Conselho. Fonte: CNJ

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Catálogo de Serviços: A missão

Porque vamos abordar o Catálogo de Serviços, será que vale a pena tratar deste tema ? Tanto se falou nos últimos tempos, já foi abordado sobre a sua importância, relevância para a prestação de serviços, então porque tratar sobre o Catálogo de Serviços neste momento ? Eu poderia ser mais humilde, mas a verdade é que muitas Organizações tem enormes dificuldades para montar um Catálogo de Serviços que reflita as necessidades dos clientes e usuários e traduza os serviços prestados pelo provedor, numa linguagem clara e simples unindo o entendimento das áreas de negócios e áreas técnicas que suportam e atendem as requisições de serviços dos usuários. Ainda podemos acrescentar que na busca de uma solução, as áreas de TI investem alguns milhões em ferramentas que permitam automatizar um Catálogo de Serviços, e se decepcionam com os resultados. São cobradas pela falta de eficiência da solução adquirida, pois um projeto de implantação para automatizar a base de serviços da Organização demanda tempo, dedicação de profissionais que poderiam estar atuando em outras atividades e logicamente recursos financeiros durante toda a fase de projeto e após a sua implantação temos o custo do suporte, licenças e parametrizações ou customizações, enfim um alto investimento que não apresenta o retorno esperado. Neste momento os gestores de TI, parecem não acreditar no abismo em que se encontram, como justificar tamanho investimento sem obter os resultados prometidos? Sem duvida que uma ferramenta de automação é importante para aumentar a eficiência do processo que a mesma suporta, mas a escolha de uma solução automatizada como salvação do seu Catálogo de Serviços, sem antes identificar alguns requisitos, pode significar a síndrome do investimento perdido. Então você deve estar se perguntando, pois bem, como devo começar a montagem de um Catálogo de Serviços ? A resposta é muito simples, comece definindo quais são os serviços que a sua área de Tecnologia fornece aos seus clientes e usuários. Vamos ver se eu consigo ajudar, existem várias definições de serviços no mercado, uma maneira simples de definir é utilizando o conceito da biblioteca ITIL® de melhores práticas em gerenciamento de serviços(1).

Fonte: Information Week

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Governo Federal anuncia preferência por softwares livres

A terceirização de serviços de TI tem se mostrado uma tendência bastante vantajosa, especialmente para a Administração Pública. O Governo é um dos principais contratantes desses serviços, o que vem contribuindo para o fortalecimento desta prática nos demais setores da economia. Um dos principais benefícios da terceirização dos serviços de TI na Administração Pública diz respeito à possibilidade de transferir as atividades operacionais e permitir o foco nas atividades principais, visto que a TI é ainda é encarada como área de apoio na maior parte das entidades governamentais. Ao terceirizar as atividades de TI, o órgão transfere para uma empresa especializada essas funções, que serão mais bem executadas. O resultado é a melhoria na eficiência dos serviços prestados e também dos processos e atividades internos devido ao melhor suporte existente. O aspecto financeiro é, sem dúvida, outro atrativo, graças à possibilidade de redução de custos e previsão de gastos. Em um primeiro momento, a terceirização dos serviços dispensa o processo burocrático e de custo elevado que as regras legais exigem para contratação e manutenção de funcionários públicos. Em um segundo momento, as limitações legais impostas à Administração Pública permitem que o governo seja amplamente beneficiado pela exigência de planos, programas e projetos para a participação em licitações. Assim, são definidos escopo, tempo de execução e valor estimado investido, oferecendo uma previsão de custos oferecendo uma previsão mais assertiva de custos. Outro aspecto é que os Órgãos Públicos possuem uma forte dependência de suporte de TI por tempo integral. A terceirização diminui os custos gerais de TI, em vez de manter a tempo integral de uma equipe interna de suporte. Isto porque a terceirização de serviços cobra apenas quando os serviços são prestados, reduzindo consideravelmente os custos de TI. Além disso, a empresa terceirizada traz mais competência e especialização na área, já que geralmente, nas equipes públicas, faltam a especialidade e a atualização exigida pelo mercado de TI, algo dificilmente acompanhado pelas estruturas governamentais. A atuação no Governo, entretanto, tem alguns riscos e desafios, que começam desde o processo de contratação, que tende a ser bastante demorado e que nem sempre prioriza as empresas que têm maior vantagem e capacidade técnica para atender às demandas. Devido à regulamentação dos contratos públicos – tanto para iniciá-los quanto para terminá-los – o governo está sempre disposto a fazer contratações de médio e longo prazo, o que tende a beneficiar o serviço pela continuidade com que é realizado. Para isso, a empresa contratada precisa estar atenta às leis, normas e decretos e garantir uma prestação de serviços de qualidade. É preciso praticar preços compatíveis com as exigências estabelecidas nos editais, atender a todas as cláusulas contratuais e trabalhar sempre com variáveis de risco e reservas financeiras, para lidar com eventuais atrasos no repasse de orçamento, morosidade nos processos de aprovação, entre outros fatores. Mas, acima de tudo, é fundamental primar pela excelência e qualidade contínua dos serviços prestados. Em suma, a terceirização de serviços de TI tem benefícios e riscos que são significativos. A terceirização como uma tendência na Administração Publica está sujeita a continuar, por conta principalmente da redução dos custos e uma economia significativa de tempo nos serviços e suporte de TI. O que os empresários e administradores públicos devem fazer é avaliar o que é mais importante para eles. Por exemplo, se para um Órgão o mais importante é manter o controle interno de todos os processos de negócios do que a economia de tempo e dinheiro na terceirização, então é melhor para ele fazer tudo internamente. Privacidade e segurança são fatores muito importantes, especialmente em algumas linhas de negócios. O desafio para os fornecedores é eliminar os riscos críticos, tais como segurança e privacidade para garantir que os clientes se sintam confortáveis a percebam os benefícios da terceirização.

Fonte: Information Week

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Terceirização de TI: o governo como cliente

A terceirização de serviços de TI tem se mostrado uma tendência bastante vantajosa, especialmente para a Administração Pública. O Governo é um dos principais contratantes desses serviços, o que vem contribuindo para o fortalecimento desta prática nos demais setores da economia. Um dos principais benefícios da terceirização dos serviços de TI na Administração Pública diz respeito à possibilidade de transferir as atividades operacionais e permitir o foco nas atividades principais, visto que a TI é ainda é encarada como área de apoio na maior parte das entidades governamentais. Ao terceirizar as atividades de TI, o órgão transfere para uma empresa especializada essas funções, que serão mais bem executadas. O resultado é a melhoria na eficiência dos serviços prestados e também dos processos e atividades internos devido ao melhor suporte existente. O aspecto financeiro é, sem dúvida, outro atrativo, graças à possibilidade de redução de custos e previsão de gastos. Em um primeiro momento, a terceirização dos serviços dispensa o processo burocrático e de custo elevado que as regras legais exigem para contratação e manutenção de funcionários públicos. Em um segundo momento, as limitações legais impostas à Administração Pública permitem que o governo seja amplamente beneficiado pela exigência de planos, programas e projetos para a participação em licitações. Assim, são definidos escopo, tempo de execução e valor estimado investido, oferecendo uma previsão de custos oferecendo uma previsão mais assertiva de custos. Outro aspecto é que os Órgãos Públicos possuem uma forte dependência de suporte de TI por tempo integral. A terceirização diminui os custos gerais de TI, em vez de manter a tempo integral de uma equipe interna de suporte. Isto porque a terceirização de serviços cobra apenas quando os serviços são prestados, reduzindo consideravelmente os custos de TI. Além disso, a empresa terceirizada traz mais competência e especialização na área, já que geralmente, nas equipes públicas, faltam a especialidade e a atualização exigida pelo mercado de TI, algo dificilmente acompanhado pelas estruturas governamentais. A atuação no Governo, entretanto, tem alguns riscos e desafios, que começam desde o processo de contratação, que tende a ser bastante demorado e que nem sempre prioriza as empresas que têm maior vantagem e capacidade técnica para atender às demandas. Devido à regulamentação dos contratos públicos – tanto para iniciá-los quanto para terminá-los – o governo está sempre disposto a fazer contratações de médio e longo prazo, o que tende a beneficiar o serviço pela continuidade com que é realizado. Para isso, a empresa contratada precisa estar atenta às leis, normas e decretos e garantir uma prestação de serviços de qualidade. É preciso praticar preços compatíveis com as exigências estabelecidas nos editais, atender a todas as cláusulas contratuais e trabalhar sempre com variáveis de risco e reservas financeiras, para lidar com eventuais atrasos no repasse de orçamento, morosidade nos processos de aprovação, entre outros fatores. Mas, acima de tudo, é fundamental primar pela excelência e qualidade contínua dos serviços prestados. Em suma, a terceirização de serviços de TI tem benefícios e riscos que são significativos. A terceirização como uma tendência na Administração Publica está sujeita a continuar, por conta principalmente da redução dos custos e uma economia significativa de tempo nos serviços e suporte de TI. O que os empresários e administradores públicos devem fazer é avaliar o que é mais importante para eles. Por exemplo, se para um Órgão o mais importante é manter o controle interno de todos os processos de negócios do que a economia de tempo e dinheiro na terceirização, então é melhor para ele fazer tudo internamente. Privacidade e segurança são fatores muito importantes, especialmente em algumas linhas de negócios. O desafio para os fornecedores é eliminar os riscos críticos, tais como segurança e privacidade para garantir que os clientes se sintam confortáveis a percebam os benefícios da terceirização.

Fonte: Information Week

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Gestão é responsável por desafios no relacionamento com o cliente

CRM esbarra em falhas e pode prejudicar negócios Projetos de tecnologias de gestão de relacionamento com o cliente (CRM, na sigla em inglês) podem ser custosos, afetar muitos usuários na organização e, ainda por cima, não ter suporte da fabricante. Por isso, muitas companhias prejudicam os resultados do negócio, esbarrando em falhas em iniciativas do segmento. Segundo resultados prévios de pesquisa realizada pela Forrester Research, os principais desafios estão na gestão de pessoas – e não na TI. Entre os executivos consultados, 42% relataram que os problemas encontrados na implementação do CRM residem no fator “pessoas”. Isso inclui a demora na adoção do sistema pelo usuário, atenção inadequada para gestão e treinamento e dificuldades em alinhar a cultura organizacional com novas maneiras de se trabalhar. Quase metade (44%) enfrentou dificuldades na fase pré-projeto, seja na indefinição de requerimentos de negócio, desenhos de processos inadequados e até mesmo a necessidade de customizar soluções para se enquadrar em requerimentos únicos das companhias. O nível de problemas na fase estratégica também foi alto, 40%, incluindo falta de clareza ao definir objetivos, soluções incompletas e falta de práticas de governança nos sistemas de CRM. Por fim, a tecnologia ficou com apenas 35% das deficiências do CRM, categoria na qual se enquadram falhas com dados, quedas de sistemas, falta de recursos necessários para implementar a solução e usabilidade ruim. “Isso significa que a tecnologia de CRM é extremamente importante como a base para suportar as necessidades da organização para entregar experiências diferenciadas ao cliente”, escreve o analista da Forrester William Band, responsável pela pesquisa, no blog da consultoria. “O principal desafio, contudo, não está na tecnologia ou nas soluções oferecidas pelos fornecedores”, conclui. O especialista ouviu 500 executivos envolvidos em iniciativas de CRM nas áreas de vendas, marketing, atendimento ao ciente e, claro, TI. Assim, o trabalho árduo fica em redesenhar os processos de negócio para de fato atingir ganho de valor ao cliente. “É preciso investir em suporte, engajamento com funcionários para usar as novas práticas adotadas que entregam a proposta de melhora com o consumidor”, finaliza Band. Fonte: Information Week

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A Central IT apoia o movimento Outubro Rosa!

A Campanha contra o câncer de mama foi trazida para o Brasil e é coordenada pelo Ministério da Saúde. A cor rosa, usada durante este mês para a iluminação noturna em prédios públicos simboliza o autoexame e a conscientização em relação à doença. A iniciativa visa alertar as mulheres a partir dos 35 anos em relação ao autoexame e aquelas que fazem parte do grupo de risco, a partir dos 50, a procurarem diagnóstico médico por meio de mamografias. O câncer de mama é a segunda causa de mortes entre as mulheres. Somente em 2012, mais de 2,1 milhões de procedimentos preventivos clínicos foram feitos, um crescimento de 26% em relação a 2010.

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“Nunca diga nunca” é tema de palestra da Microsoft no XXIII Encontro GeneXus

Desenvolver aplicativos para a nuvem requer conhecimento e adesão a certos princípios que são diferentes das demais aplicações. O Enterprise Architech, da Microsoft, Fernando Machado Píriz, participará do XXIII Encontro GeneXus com uma palestra sobre a importância de aprender determinadas aplicações. O XXIII Encontro GeneXus – um dos principais eventos de TI da América Latina – acontece do dia 30 de setembro a 2 de outubro em Montevidéu, no Uruguai. A palestra “Nunca diga nunca: a nuvem e alguns princípios que você não pensava que chegaria a usar” mostrará que mesmo as grandes empresas, como eBay, Facebook e Microsoft, utilizam soluções que muitas vezes são acessíveis ao público. Ph. D. em Ciência da Computação pela Universidade de Alcalá, em Madrid, Espanha, Píriz é consultor de empresas e professor de Tecnologia da Informação e Comunicações, além de ensinar programação e engenharia de software na Universidade Católica. Trabalhando desde 2010 na Microsoft, Píriz já foi nomeado “Microsoft Most Valuable Professional”. Também tem experiência como desenvolvedor e arquitetura de softwares. O XXIII Encontro GeneXus conta com mais de 150 atividades nos três dias de evento. Entre os momentos mais aguardados, estão as palestras do CEO do GeneXus International, Nicolás Jodal, e do presidente do Conselho Administrativo, Breogán Gonda que falará sobre “Em que pensamos quando falamos de futuro”. O Encontro reúne profissionais de diversos países, como Estados Unidos, México, China e Japão. O Brasil também marca presença com as palestras de Luiz Miyashita, da Redepag; Ricardo Gava, Assessor Público; e Douglas de Oliveira, da Fatec. Myashita falará sobre Mobile Payment, Gava sobre inovação na administração pública brasileira, e Oliveira sobre metodologias de trabalho em equipe. Em sua 23ª edição, o evento contará com painéis sobre integração dos softwares no funcionamento das empresas, aplicações de missão crítica, web, cloud computing, dispositivos e smart devices desenvolvidos com GeneXus. Fonte: Portal Segs

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TI está na moda no Varejo

Se antes o segmento varejista era apontado como pouco afeito a investir em soluções avançadas de Tecnologia da Informação, agora o cenário é outro. O Varejo está em plena temporada de avaliação e busca de novos produtos e serviços. Isso por conta de três fortes movimentos: o e-commerce, a mobilidade e o showrooming. O fenômeno do Varejo virtual é o mais avançado e vem ditando as regras do retail tradicional, forçando a renovação dos ambientes tecnológicos na busca de soluções mais arrojadas. De acordo com os últimos dados registrados pelo E-bit, as vendas online movimentaram cerca de 12 US$ bilhões nos seis meses deste ano, alcançando um crescimento de 24%. O uso da mobilidade, principalmente pelos consumidores, também leva os lojistas a rever seus modelos de atendimento e investir na multicanalidade. Hoje, de acordo com a Anatel, o Brasil tem 267 milhões de celulares espalhados por todo o País. Entre janeiro e março, por exemplo, foram vendidos 14 milhões de celulares, dos quais 5,3 milhões eram smartphones, os dispositivos mais utilizados para consulta e vendas na internet. O showrroming é o mais recente fenômeno e consequência dos dois primeiros. No momento em que o consumidor dispõe de novos canais de consulta e compra, unindo internet e mobilidade, a loja física deixa de ser necessariamente um local de venda e torna-se muito mais um ambiente de experimentação. Nessa hora, contam ponto o atendimento diferenciado, a consultoria e a conveniência e não obrigatoriamente a venda pura e simples. O efeito colateral do showrooming são as facilidades da consulta e venda online, que podem levar o cliente até a loja física não necessariamente para efetivar uma compra, mas apenas para ter contato com o produto. Nessa hora, vale a capacidade de fisgar o consumidor, o que pode ser feito até pelo concorrente, o que é mais ameaçador. Empresas como Amazon, por exemplo, já têm utilizado o recurso para garimpar consumidores dentro da loja física do concorrente. Para atingir esse nível de atendimento, entra em cena um arsenal de soluções que vão desde sistemas de inteligência analítica até tecnologias de rastreamento e identificação, via dispositivos móveis e redes sociais. Diante dessa perspectiva, o varejo que não acompanhar a demanda desse novo consumidor, conectado e mais exigente, pode perder o cliente dentro ou fora de sua loja. Como reagir a essa solicitação, está movimentando o setor e levando os varejistas a avaliar opções de acordo com o segmento em que atuam e o porte do negócio. No mês de maio, a Decision Report reuniu CIOs e executivos de diversas áreas para discutir esses e outros temas durante o Congresso e Exposição TI & Varejo. Em geral, o resultado dos debates mostrou que todos os varejistas estão avaliando soluções mais arrojadas e que possam fazer a diferença no dia a dia. Entre as campeãs de audiência estão os sistemas analíticos, aplicações de mobilidade, soluções de integração entre varejo físico e virtual, mobile commerce e redes sociais. Independente do caminho a ser adotado, o consenso é que o maior desafio está em utilizar a TI de maneira mais simples, eficiente e menos complexa e onerosa. Talvez o Varejo, com sua dinâmica, margens apertadas e proximidade com os consumidores finais, seja efetivamente o segmento que promoverá a grande transformação que se espera da TI, trazendo flexibilidade, agilidade, menor complexidade e custos reduzidos no uso dos recursos tecnológicos. Dá para apostar, que além do segmento bancário e industrial, o Varejo será, em pouco tempo, uma excelente vitrine do que existe de mais avançado e prático em termos de tecnologia da informação. Fonte: Decision Report

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Dicas para montar um bom 'Plano de Negócio'

Há quem defenda que o 'Plano de Negócio', ou, 'Business Plan', em inglês, não é essencial para iniciar um negócio. Mas, para quem tem medo de se arriscar em um projeto empírico, ter uma visão mais tangível da ideia é fundamental. E isso só é possível com o PN. A elaboração de um BP deve ser feita gradualmente e seguindo passos. Este é um exercício que permite prever as principais variáveis que irão impactar no projeto. O empreendedor não precisa necessariamente estar acostumado com planilhas, pois o importante é tentar estimar o comportamento destas variáveis e, com isso, saber se o negócio dará ou não certo. De acordo com colunista da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, Carlos Miranda, presidente e fundador do fundo de Private Equity BR Opportunities, o ideal é identificar os grandes grupos que influenciam a vida de uma empresa, separá-los em sub-grupos, e ir, aos poucos, alimentando estes itens para obter alguma previsibilidade. As matrizes são: receitas, custos fixos, custos variáveis, tributos, investimentos e capital de giro. Já os sub-grupos devem ser definidos por partes. Na ‘receita’ tente simular e subdividir todos os grupos que gerarão dinheiro para a organização. Delimite o que pretende vender (serviço ou produto) e para qual público. Também estipule o mercado de atuação, seu tamanho e a real demanda pelo serviço ou produto que pretende oferecer. “Nessa simulação deve-se estimar também o preço que se pretende praticar e se o mesmo público estaria disposto a pagá-lo. Uma regra importante para um bom plano de negócios é tentar obter a maior quantidade de detalhes possíveis, tais como quantidade de itens, valores unitários, volume de vendas, entre outros”, explica Miranda. O próximo passo é estimar os ‘custos fixos’. E, apesar de este passo parecer mais fácil, Miranda garante que normalmente o empreendedor lembra, no meio do processo, de alguns custos que havia esquecido. A dica do especialista é definir custos de acordo com o tamanho da empresa e jamais financiar as vaidades dos sócios. O mesmo vale para os ‘custos viáveis’. Eles sempre mudarão conforme o crescimento do negócio e, consequentemente, mexem com a receita. O importante, segundo Miranda, é listar como ocorre esta variação e quando é possível reduzir a relação entre receita e custos. Nos ‘tributos’ a recomendação é não buscar nenhuma mágica tributária. Faça o mais simples e correto possível para que este ponto não se torne um entrave de crescimento. Em ‘investimentos’, tente prever toda a estrutura necessária para que a ideia saia do papel. O erro mais comum neste passo é não considerar que o negócio, muito provavelmente, não irá gerar nenhuma receita por um período. Considerar o tempo de ‘seca’ de forma conservadora é fundamental. Miranda lembra que muitos esquecem de simular a necessidade de 'capital de giro'. Este estudo pode ser obtido com uma conta simples: tudo o que se tem para receber no curto prazo menos tudo que se tem para pagar no curto prazo. O tamanho do 'capital de giro' varia de acordo com a natureza do negócio, prazos de recebimento e pagamento a fornecedores. O 'capital de giro' é necessário e tem regras específicas: não deve ser distribuído aos sócios, precisa ser previsto e revisto ao longo da vida da empresa, e carece ser abastecido para não gerar endividamentos. "Empreendedores são por natureza seres diferenciados e extremamente otimistas e é aqui que está o maior desafio para elaborar um plano de negócios: ser o mais conservador possível, principalmente na hora de projetar as receitas", diz. "O otimismo pode voltar, mas só depois do plano estar pronto. Outra coisa importante: investidores ficam mais seguros na medida que percebem nos empreendedores um maior domínio sobre a sua empresa e um maior conhecimento sobre o que pretendem para o futuro e, realisticamente, como chegarão lá", concluiu. Existem diversas formas de elaborar um 'Plano de Negócio' e não há uma formatação única ou um padrão para seu desenvolvimento, de acordo com Alexandre Pierantoni, sócio da PwC Brasil, e especialista em Corporate Finance. Fonte: Olhar Digital

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CNJ analisa propostas de modernização da TI Conselho planeja novas contratações para o setor

Instituído no mês de julho pela Portaria CNJ n. 113/2013 do presidente Joaquim Barbosa, o Comitê de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação (CGTIC) reuniu-se, pela segunda vez, na última quinta-feira (19), para analisar ações orçamentárias que visam à modernização do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Poder Judiciário. O grupo discutiu projetos de Tecnologia da Informação (TI) em andamento, além de novas contratações para 2013, como equipamentos, materiais, softwares, entre outros itens, a serem utilizados na área. “Agora, os investimentos e os projetos de TI não são iniciativas do Departamento de Tecnologia da Informação, mas desse comitê, o CGTIC”, destacou o diretor de Tecnologia da Informação, Lucio Melre. Segundo ele, “a ideia é ter, em um nível estratégico, uma equipe formada pela administração do CNJ que dite os rumos de TI”. Melre ressaltou que cabe ao comitê decidir sobre a priorização de projetos em tecnologia da informação no âmbito interno do CNJ. “Existem várias demandas do CNJ e os recursos de TI são limitados, por isso deve haver um grupo para orientar o que é prioritário”, acrescentou. Assuntos que extrapolem a esfera interna do CNJ, como o programa de modernização do Poder Judiciário, continuam sendo definidos pela Comissão Permanente de Tecnologia da Informação. O comitê também tratou de outras questões durante a reunião, como a implantação, no CNJ, de um Sistema de Processo Administrativo Eletrônico (SIGADOC), que atualmente é adotado no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (no Rio de Janeiro). O sistema consiste na substituição de processos internos, em papel, como compra de material ou requerimento de funcionários, pelo processo eletrônico. “Vamos continuar com os testes que estão sendo realizados, só que agora com o escopo maior”, informou o diretor de TI, ressaltando que, a partir de agora, as unidades da diretoria-geral vão, com a TI, continuar os testes de verificação do sistema. As reuniões serão periódicas, a fim de acompanhar os indicadores e as ações de governança de TIC. O comitê é integrado pelo secretário-geral adjunto da Presidência, Marivaldo Dantas; pelo diretor-geral, Sérgio Pedreira; pelo assessor-chefe da Corregedoria Nacional de Justiça, Carlos Nogueira; pelo Diretor do Departamento de Gestão Estratégica, Ivan Bonifácio; e pela Secretária de Administração do CNJ, Luciana Matias, além do Diretor de Tecnologia da Informação, Lucio Melre. Fonte: Agência CNJ

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